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O fado de ontem com Amália e de hoje com Mariza

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Published by editeur on 3 avril 2020
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O artigo de hoje vai tratar do fado, algo de conhecido no mundo inteiro com Mariza mas nomeadamente graças a Amália Rodrigues.

Então durante a ditadura, Amália Rodrigues foi acusada de contribuir ao fascismo e teve que parar de cantar em público durante aproximadamente dez anos. Depois de ter sido associado a ditadura durante vários anos, o fado tornou-se algo de turístico. Hoje, o fado chegou até as classes sociais mais altas. Desde que a letra passou a ser escrita pelos melhores poetas, o fado está renascendo, até tornar-se parte integrante da cultura portuguesa. E, desde 2011, é uma prática reconhecida como património imaterial da Unesco.

Além disso os verdadeiros fadistas de hoje distinguem-se graças à continuação das tradições e graças à qualidade dos textos que eles escolhem. Aqueles que contribuíram à modernização do fado nos anos 90 foram Camané e Aldina Duarte. Os fadistas conhecidos agora são os estudantes da universidade mas sobretudo, Mariza, uma fadista moçambicana. Portanto, o fado toca todo o mundo, de todas as idades; o fado é algo de português como uma identidade nacional que faz parte de todos os portugueses. O fado dito tradicional é hoje cantado principalmente nos bairros históricos de Lisboa. Esses fados conservam características antigas: seja o canto triste, divertido ou irônico, seja um diálogo parcialmente improvisado entre dois cantores.

Mas o fado é em grande parte associado à Amália Rodrigues que nasceu em 1920 e morreu em 1999, considerada na memória coletiva como a melhor interprete que conheceu Portugal. Ela é uma cantora de fado conhecida no mundo inteiro por ela falar e cantar em várias línguas como em português claro mas em francês, inglês, italiano, espanhol. O que também fez com que ela fosse conhecida no mundo inteiro foi o fato de ela ter participado em várias emissões televisivas. Ela era uma personalidade conhecida no mundo graças aos 170 álbuns editados com seu nome em 30 países, vendendo mais de 30 milhões de cópias em todo o mundo.

Mas foi somente ao morrer que os portugueses consideraram a importância da fadista, que ao princípio foi enterrada num cemitério público para depois ser sepultada no Panteão Nacional com ilustres portugueses.

Por conseguinte, este ano comemora-se os cem anos do nascimento de Amália Rodrigues e para essa ocasião vários eventos foram e serão organizados. Por exemplo, a Unesco pretende comemorar o centenário do nascimento de Amália Rodrigues inscrevendo a data do centenário no seu calendário para ter uma dimensão mais ampla ao evento. A proposta foi apoiada pela CPLP mas também pela França e Espanha, a proposta vai ser apoiada entre 2020 e 2021.
Assim como no Auditório Carlos do Carmo, em Lagoa, que recebeu no sábado, dia 1 de fevereiro, pelas 21h30, o espetáculo multimédia comemorativo do centenário do nascimento de Amália Rodrigues, uma produção da Vox Angelis à qual o município de Lagoa se associa para assinalar esta data. Houve eventos em Portugal mas nem só, também houve em Lyon, em Saint-Priest para homenagear a cantar com espetáculos com fadistas no 24 de janeiro.

«Ninguém até hoje não conseguiu fazer tudo o que Amália fez. Portugal nem conhece a extensão do seu percurso” comentou Simone de Oliveira, atriz e cantora portuguesa.

De facto, o fado é uma coisa que se transmite de geração em geração o que fez com que Mariza continuasse o fado. Ela é uma cantora moçambicana, também conhecida no mundo inteiro, recebendo diferentes prémios de vários países por suas atuações de fado. Actualmente, ela actua no mundo inteiro mas actuará em Paris no 7 de novembro. No entanto, ela não tem a pretensão de ultrapassar Amália Rodrigues, mas ela está no bom caminho para seguir os seus passos.

 

Sonia Simões Ferreira
Série de Tribunes écrites par les étudiants de l’Université Lumière Lyon 2
capmag@capmagellan.org

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